Tal modelo de gestão chegará dentro em breve e mudará a forma de se conduzir as empresas. Estejam atentos a isso: melhores amarrações na equipe, mais clientes fidelizados.
Uma grande e complexa nomenclatura, mas que irá revolucionar a forma de se conduzir equipes em um futuro próximo. Durante anos, tentamos de todas as formas achar o colaborador ideal, aquele grande soldado que está sempre ao lado no momento das grandes batalhas e das grandes vitórias. Essa busca, quase que utópica, pelo colaborador que se adapta continuamente às novas realidades da empresa é o segredo da potencialização da qualidade e, consequentemente, da maximização dos índices de satisfação.
Nos segmentos em constante mutação e expansão, deve-se buscar continuamente compreender o impacto das tendências mercadológicas nos modelos de gestão de equipes defendidos.
A oferta está cada vez mais igualitária e isso praticamente “exige” que os modelos de trabalho sejam cada vez mais eficientes e eficazes. Ter uma equipe alinhada com a visão estratégica da empresa (missão, visão, valores, metas e objetivos) faz com que a engrenagem da entrega de serviço tenha uma fluência “Suíça”, transformando assim mais assertivas as chances de atendimento de expectativas e superação dos desejos e necessidades.
Muitas metodologias de gestão de equipe nasceram, muitas morreram, treinamentos foram realizados, muitos projetos foram implementados, mas um, em especial, me chamou a atenção. Ao estudar uma nova forma de estruturar os organogramas das empresas, percebi que deveríamos ter uma ferramenta que, acima de tudo, integrasse a condução dos colaboradores aos objetivos da empresa.
Essa ferramenta nasceu e hoje preenche essa lacuna latente no mercado.
O projeto de Avaliação de Desempenho com Foco em Competências para Remuneração por Produtividade tem como objetivo conduzir os colaboradores ao alcance de metas e objetivos da organização, por meio da implementação de uma ferramenta holística de avaliação de desempenho e enquadramento. Tal ferramenta organiza, de forma sistêmica, todas as equipes envolvidas por intermédio das suas competências.
Implementar o projeto de Avaliação de Desempenho com Foco em Competências para Remuneração por Produtividade é estruturar, de forma sistematizada, o processo de potencialização da qualidade da equipe. Esse conclusão foi construída a partir da seguinte linha processual de raciocínio:
1- Antes de entregar qualquer tipo de serviço devemos compreender o que o cliente busca. Essa compreensão nos trará para o seguinte questionamento: Será que a equipe da minha empresa está estruturada para atender às expectativas dos clientes?
2 – A partir do momento que conhecemos os desejos e necessidades dos nossos clientes conseguimos modelar a empresa ideal para atender e, principalmente, superar essas expectativas. Nessa modelagem definimos os departamentos necessários e as funções existentes em cada departamento;
3 – Depois de conhecer as funções, definimos quais são competências necessárias para exercer determinada função em sua plenitude. Competência é um agrupamento de conhecimentos, habilidades e atitudes correlacionadas, que afeta parte considerável da atividade de alguém, que se relaciona com seu desempenho, que pode ser medido segundo padrões preestabelecidos e que pode ser melhorado por meio de treinamento e desenvolvimento;
4- Feito isso, devemos avaliar como os nossos colaboradores se enquadram nessa árvore de Departamentos – Função – Competências;
5- A partir desse momento, conseguimos visualizar o ideal (o que a função precisa para estar na sua plenitude) e o real (como os colaboradores estão em relação ao quesito avaliado). Com esses dados em mãos conseguiremos avaliar as lacunas que faltam para o colaborador atingir aquilo que consideramos ideal.
Nesse momento, aparecem os indicadores de desempenho que irão orientar a remuneração por produtividade. Isso quer dizer que as equipes terão metas e objetivos com prazos para realização e que, ao atingir o ponto determinado no planejamento, esses colaboradores serão remunerados por isso. Importante ressaltar que esse tipo de remuneração deve ser visto como investimento. Assim, a sua base salarial fixa pode realmente se tornar a base, tendo em vista que na programação salarial estará atrelada o resultado individual de cada um. Isso quer dizer que quando a empresa produz o que foi esperado, os colaboradores que compartilharam com isso estarão sendo melhores remunerados. Em contrapartida, quando a empresa não evolui, os colaboradores que não atingiram as metas receberão somente o seu piso.
Esse risco compartilhado é a melhor forma de se ter uma equipe comprometida com os resultados. Tal modelo de gestão chegará dentro em breve e mudará a forma de se conduzir as empresas.
Estejam atentos a isso: melhores amarrações na equipe, mais clientes fidelizados.
Bons negócios!
Alessandro Mendes é Bacharel em Marketing e Sócio Gestor e Fundador da Intarget Consultoria alessandro@arqueiros.com.br www.arqueiros.com.br






















