Quem nunca recebeu ofertas de produtos e serviços que não lhe interessam? Alex Shiyan, um norte-americano que vive no Brooklyn, recebeu por meses mensagens da academia Lucille Roberts para que virasse cliente. A academia, entretanto, aceita apenas mulheres.
O homem, então, processou a empresa. Em seu depoimento à corte federal de Manhattan, ele diz ter recebido ofertas via SMS por meses para que frequentasse o estabelecimento. “Apenas US$ para a matrícula e US$ 15 por mês sem contrato”, dizia a propaganda.
“É um pouco engraçado”, disse Shiyan. “Quer dizer, eu definitivamente não sou o público alvo, então o que poderia fazer? Eu procurei um advogado”. O celular era de um escritório de advogados de New Jersey no qual trabalha.
O homem pede US$ 2 mil para cada uma das mensagens que recebeu, possivelmente milhares delas, e uma garantia de que a academia Lucille Roberts não poderá mandar mais ofertas não solicitadas aos celulares de outras pessoas.
No processo, o advogado dele alega que a empresa violou a legislação local de proteção ao consumidor conscientemente. “Não sei por que a Lucille Roberts enviou mensagens ao meu rapaz”, disse o advogado. “Ele certamente não precisa de preparação física para mulheres”.
O presidente da academia, Kevin Roberts, filho da fundadora da academia, Lucille Roberts, insistiu que sua companhia não usa sistemas para enviar mensagens em massa e que contata apenas mulheres que já foram suas clientes ou indicadas por elas.
“Parece muito estranho”, defendeu Roberts. “Tem de haver algum engano, porque nós relamente não mandamos mensagens para homens”.
Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2013/02/convidado-para-virar-cliente-homem-processa-academia-so-para-mulheres.html






















